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JORNAL DO IMÓVEL

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Mercado quer projetos que gastem menos, desperdicem menos material e reaproveitem os recursos naturais

29/03/12 18:00

Eles são pomposos, imponentes. Prezam pela economia e otimização, seja de sistemas, custos ou aplicabilidade. São projetados para o bem-estar dos usuários, moradores e visitantes. Os edifícios inteligentes, residenciais ou comerciais, são atualmente a vedete do setor da construção civil. Mas falta muito para se tornarem uma realidade no mercado como um todo, ainda mais em Pernambuco.

Na última edição do Salão Imobiliário de Pernambuco, realizado na semana passada, o tema foi amplamente debatido entre empreendedores do segmento, corretores e engenheiros. A razão é simples: a fase atual do mercado imobiliário requer projetos que gastem menos, desperdicem o mínimo de material possível e, o que é mais importante, reaproveitem (de forma inteligente) os recursos naturais.

A questão não passa, exclusivamente, apenas pelo fator sustentabilidade. É complexa porque envolve aspectos estruturais, de automação e funcionalidade dos sistemas característicos de empreendimentos desse porte. Não quer dizer, no entanto, que prédios antigos não possam se adaptar às necessidades atuais. Para o engenheiro Paulo Duarte, da PD7 Technology, é preciso analisar as tecnologias aplicadas nos projetos de edifícios inteligentes.

"Nos últimos dois anos o debate em torno do assunto cresceu porque há uma consciência de que vários empreendimentos inteligentes são cada vez mais necessários", explicou. Durante um seminário apresentado no Salão Imobiliário, ele demonstrou as possibilidades e aplicabilidades da automação nas construções, agregando vários métodos funcionais. E são muitos.

Iluminação, aproveitamento da iluminação solar, sistemas de ar condicionado, captação de águas pluviais, ventilação, entre outros. Tudo isso em sintonia com os custos de construção e manutenção. Segundo o engenheiro, um edifício inteligente deve ter um controle integrado de soluções e economia de recursos. Uma das vantagens de um produto desse é a valorização imobiliária.

Na análise da Associação Brasileira de Automação e Prédios Inteligentes (Abrapi), o percentual de valorização nestes projetos varia entre 17% e 60%, dependendo do porte. Em Pernambuco, o fenômeno começa a ganhar corpo. A construtora Rio Ave, por exemplo, já possui projetos inteligentes em andamento. Casos dos edifícios Charles Darwin (empresarial) e Pontes Coporate Center (residencial compacto).

Nestes empreendimentos, a construtora busca unir as vantagens oferecidas aos usuários diante de custos acessíveis. Segundo a Rio Ave, "os itens inteligentes agregam valor ao imóvel e à qualidade de vida do usuário, além de promover a rentabilidade do investimento e tornar o ambiente mais saudável".

A Pernambuco Construtora também entrou na "onda inteligente". O Poço Prince terá itens característicos desse conceito. "O produto terá aquecimento solar de água e automação na iluminação, através de uma empresa parceira", pontuou Mariana Wanderley, diretora executiva da Pernambuco Construtora.

Saiba mais

Raio-x do edifício inteligente

Conceito – qualquer edificação, comercial ou residencial, que possua um mínimo de avanço tecnológico de forma a atender as necessidades dos condôminos e usuários, como conforto, segurança e economia (água, luz, telefone, manutenção e operação)

Correntes – Intelligent Buildings Institute (IBI), americana, e European Intelligent Builiding Group (EIBG), europeia. As correntes prezam buscam otimizar aspectos como estruturas, sistemas, serviços e gerenciamento com custos e organização

Requisitos – aumento do conforto e incremento de serviços para atingir as condições de eficiência máxima de uso e manutenção dos sistemas baseados nas despesas mínimas, de acordo com as necessidades dos usuários

Métodos – avaliação de sistemas de automação, divididos em iluminação, gestão de entradas, agentes de manutenção, aquecimento e ventilação, áudio e vídeo, autenticação e controle de acesso, estacionamento, alarmes técnicos, emergência e manutenção, elevadores, vigilância, supervisão de recursos, energia e informação

Níveis de "inteligência" – conforto (temperatura, humidade, qualidade do ar, pontos de luz), segurança (incêndio, gás, inundações, intrusão, ocupação), utilização ( flexibilidade e adaptabilidade), comunicação, manutenção, energético (economia e atitude ecológica)

Vantagens – valorização do imóvel, maior liquidez (venda ou locação), aumento da produtividade dos usuários, uso da energia de maneira racional sem ocasionar perda de conforto, entre outras

Utilidades – reativa (conserto imediato quando da quebra de algum sistema), preventiva (fiscalização das tarefas de rotina) e preditiva (coleta de dados e condições de cobrança

Funcionalidades – conservação da estrutura, adaptação para o bem estar dos usuários, criação de itens de sustentabilidade, entre outros, acompanhados por um profissional especializado


Fonte: Ademi-PE/Abrapi/Sinduscon-PE

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Faça a conta certa antes de comprar a casa própria publicado em 18/08/2011 às 15:25 por Verônica Lima | Fonte: ZAP Imóveis categorias: antes de fazer seu negócio, últimas notícias, na planta, para comprar tags: casa própria, imóveis, imóvel, itbi